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A onda de violência que se iniciou nessa quinta-feira (14) nos municípios pernambucanos está ameaçando a cidade de Pedras de Fogo, que fica a 42 km de João Pessoa. A ação começou no início da manhã em Itambé (PE) que fica na divisa com a Paraíba.

A Polícia Militar em Pedras de Fogo informou ao Portal Correio que já solicitou reforço policial ao Comando Geral em João Pessoa, para evitar problemas na cidade. Segundo a PM, a estratégia é fechar os principais acessos do município para limitar a ação dos manifestantes.

O comandante do pelotão de Pedras de Fogo, tenente Thomás Carvalho, informou que a multidão se aproxima com rapidez do município e os manifestantes estão causando destruição por todo o trajeto.

O tenente disse ainda que o serviço público foi paralisado e o comércio fechou mais cedo em Pedras de Fogo. Os trabalhadores se apressaram para voltar para casa temendo arrastões. Apesar disso, a PM disse que a situação na cidade está sob controle e que a confusão se estende somente por Pernambuco.
O Comando Geral da Polícia Militar na capital paraibana informou que já enviou reforços policiais para Pedras de Fogo.
Caso em Pernambuco 
A Polícia Militar de Pernambuco está em greve desde terça-feira (13), o que foi suficiente para deixar região metropolitana do Recife em clima de guerra civil. Lojas foram saqueadas no município de Abreu e Lima e alunos das universidades Federais e Rurais de Pernambuco ficaram prejudicados com a suspensão das aulas.

No dia do aniversário de Abreu e Lima, na Região Metropolitana do Recife, foram presas 15 pessoas, entre o período da noite da quarta até a manhã da quinta (15). Elas são acusadas de saques e invasões de lojas. Moradores do município afirmam que muitas casas foram saqueadas por pessoas da comunidade. A prisão aconteceu pela Central de Flagrantes da Polícia Civil. A prefeitura da cidade decretou ponto facultativo para os servidores durante esta quinta, por causa da insegurança causada pela greve.

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e o Instituto de Federação de Educação de Pernambuco (IFPE) decidiram suspender todas as aulas noturnas enquanto durar a paralisação dos policiais militares e dos bombeiros em Pernambuco. A medida é preventiva, e busca garantir a segurança de alunos e professores. Na UFPE, ficam suspensas todas as aulas a partir das 17h nos três campus: Recife, Vitória e Caruaru. Já a Rural estuda cancelar, também, as aulas do período da tarde. 

Nesta quinta-feira (15), o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) decretou a ilegalidade da greve da Polícia Militar. A multa prevista para a categoria será de R$ 100 mil por dia de paralisação, segundo o Governo de estado. A ordem é para que os policiais militares voltem ao trabalho imediatamente.

As tropas da Força Nacional de Segurança Pública chegaram na manhã desta quinta nas ruas do Recife e Região Metropolitana para fazer a segurança local. O Diário Oficial da União publicou uma portaria na quarta-feira (14) que autoriza o uso da Força Nacional em Pernambuco.  

Redação: com Portal correio 
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