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O rodízio de veículos foi suspenso pela Prefeitura de São Paulo na tarde desta terça-feira (20) por causa da paralisação de motoristas e cobradores de ônibus. A paralisação começou às 9h50. Balanço da SPTrans divulgado às 16h aponta que 12 terminais de ônibus estão sem operação.
Apesar de ter liberado o rodízio, continuam mantidas as proibições de circulação nos corredores e faixas exclusivas de ônibus nos horários regulamentados, bem como a Zona Azul e a Zona de Máxima Restrição à Circulação de Caminhões (ZMRC).
De acordo com a São Paulo Transporte (SPTrans), o movimento parou ônibus nos terminais Amaral Gurgel, Barra Funda, Bandeira, Casa Verde, Lapa, Mercado, Pinheiros, Pirituba, Princesa Isabel, Sacomã, Santana e Vila Nova Cachoeirinha.
Ônibus parados na Avenida Faria Lima. (Foto: Sttela Vasco/G1)
Ônibus parados na Avenida Faria Lima
(Foto: Sttela Vasco/G1)
O Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário Urbano de São Paulo informou em nota que não tem qualquer relação com a paralisação. O sindicato diz que foi “surpreendido com as manifestações realizadas na cidade por alguns trabalhadores que se dizem contrários ao fechamento da Campanha Salarial 2014”.
Em assembleia realizada na noite de segunda-feira (19), os funcionários decidiram aceitar o reajuste salarial oferecido pelas empresas.
O ato começou às 9h no Centro. Motoristas da empresa Santa Brígida fecharam o cruzamento da Avenida Rio Branco com o Largo do Paissandu, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Progressivamente, o movimento se espalhou para outras regiões da cidade.
Por volta das 14h10, o presidente do sindicato Valdevan Noventa estava reunido com a diretoria que representa a categoria para encontrar um fim para a paralisação.
Acordo em assembleia
Na segunda, profissionais que participaram de assembleia no sindicato tinham decidido aceitar a proposta das empresas e cancelaram a paralisação prevista para esta semana.

Segundo a proposta aceita, os motoristas receberão 10% de reajuste salarial, tíquete mensal de R$ 445,50 e participação nos lucros e produtividade de R$ 850, entre outros benefícios. Inicialmente, as empresas ofereceram 5% de reajuste. Já o sindicato pedia um índice de 13%.
Um dos benefícios apontados como conquista foi o reconhecimento à insalubridade, dando o direito a aposentadoria especial aos 25 anos de trabalho. O sindicato representa ao todo 37 mil trabalhadores.

Redação: com G1 
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