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Alguns anos atrás comecei a lecionar no município de Pilões-PB e foi motivo de muita alegria,porque passei a me dedicar plenamente profissionalmente a docência. Porém,é bom destacar que neste período também convivo com lutas e angústias.

A rotina  de lutas foram iniciadas na primeira reunião como prefeito quando questionei o seu discurso equivocado sobre o FUNDEB, então, a consequência de expor o que pensava foi ter um horário ruim e um tratamento duro por alguns auxiliares daquela gestão.A rotina de lutas continuou na gestão do outro prefeito,o interessante é que auxiliares da gestão anterior passaram a fazer parte da luta junta comigo para reivindicar o que negaram quando estavam no poder. A luta ficou maior quando aceitei o cargo de secretário-adjunto da educação do município feito pelo prefeito Coca Cunha, porque passei a ser visto como traidor e até falaram que fui comprado.Na verdade falei na minha apresentação oficial  que fui comprado, fui comprado pela possibilidade de fazer o que acreditava para melhorar a situação da categoria e da educação,acredito que dei minha contribuição e valeu a pena ser caluniado por lutar pelo que acreditava. 

A luta aumentou com a eleição da atual prefeita do município, a qual,quando secretaria da educação não  foi nada amiga, que depois foi amiga quando ficou na oposição para questionar a gestão de Coca e que passou a vítima quando aceitei o cargo oferecido pelo ex-prefeito. No entanto,o pior foi o assédio moral que sofri em uma reunião que aconteceu no dia 12/04/2013, quando foi aberta a oportunidade para os presentes falarem e a mesma cessou o meu direito e ainda algumas das suas "amigas-auxiliares" partiram de forma feroz por não aceitarem que me expressasse pois tinha "traído" a associação dos professores e a atual  prefeita. Não trai a categoria porque continuei defendendo o que acreditava e não trai a atual prefeita pois não existia entre ambos nenhum compromisso ideológico. Será que o descaso da atual  prefeita com a educação não é uma traição aos professores?  Será que o silêncio da Associação dos Professores de Pilões com a falta de condições de trabalho, o atraso de pagamento e outras questões não é traição aos professores?

A luta não tem fim. Agora com uma gestão que não construiu uma escola no município,a luta continua pois falta condições de trabalho, a luta continua já que temos só uma escola do ensino fundamental ll e sem um prédio próprio,a luta continua por causa da opressão presente no silêncio de quem gostaria de gritar e muito mais.      
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