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Do UOL, em São Paulo


O novo piso dos professores da Educação Básica, anunciado nesta quinta-feira (14) pelo MEC (Ministério da Educação), é menor que o salário mínimo "ideal" defendido pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), instituição do movimento sindical.
Com o reajuste de 11,36% neste ano, os professores terão uma remuneração de R$ 2.135,64 por mês. Bem abaixo dos R$ 3.518,51, salário mínimo defendido pelo Dieese para toda a sociedade brasileira.
Segunda a instituição, esse é o valor necessário para suprir as despesas de dois adultos e duas crianças com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. O cálculo da Dieese é feito com base no valor da cesta básica mais cara.
O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo a Lei 11.738/2008, a Lei do Piso, que vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).
"Herdamos uma situação de salários muito baixo dos professores. Apesar desse crescimento, ainda é um salário pouco atrativo", afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, durante coletiva.
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