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Próxima à data a final de protocolo, documento ainda tem pontos polêmicos.
João Pedro Gomes

Janine (Reproducao)


Com o prazo máximo para a incorporação e endossa da Base Nacional Comum Curricular para dia 15 de março, o documento ainda necessita de ajustes. Em entrevista ao De Volta ‘Pra’ Casa, o professor de Filosofia da USP, Renato Janine Ribeiro, comenta as falhas na disciplina de história, além do esclarecimento do verdadeiro intuito do documento: promover discussões para que o curriculum brasileiro seja o mais completo possível.
“Não é um documento do governo, o governo não está endossando esse teor. Esse é um documento de discussão. Acontece muitas vezes, tanto no governo quanto no mundo acadêmico, o uso de textos para discussão. Esses textos tem que ser aperfeiçoados, aprimorados e podem até ser intensamente questionados. Não se pode mexer na educação de 50 milhões de crianças, com ação 2 milhões de professores só na rede, não se pode mexer nele somente porque foi tomada uma decisão do governo.”
http://culturafm.cmais.com.br/
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