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O Fernando Henrique pode ser caracterizado como um presidente de ruptura. 

A estabilidade da moeda reduziu a desigualdade social, abriu as portas do mercado de consumo para milhões de brasileiros e deu-lhes mais dignidade e qualidade de vida.

As privatizações, que, junto com a estabilização da economia, trouxeram mais oportunidades e conforto a milhões de pessoas e desataram alguns dos nós que travavam o avanço do país. E inclui a montagem de uma vasta rede de proteção social, focada na emancipação dos mais pobres e não na perpetuação de sua dependência ao Estado.
Reformas estruturais legaram ao país instituições mais sólidas, independentes, democráticas. Em sua gestão, tanto o poder público quanto o setor privado tiveram de se tornar mais transparentes e responsáveis perante os cidadãos. Políticas públicas inovadoras, como a Lei de Responsabilidade Fiscal e o Proer, deram solidez ao país e hoje tornaram-se paradigmas mundiais. Em suma, com a sua presidência, o Brasil ascendeu à condição de grande nação.

A inflação, basta lembrar que nos 12 meses que antecederam a criação do real, ela foi de 1300%. As finanças do governo era um completo descalabro. O governo imprimia dinheiro loucamente para fazer frente às suas despesas. Tudo isso teve que ser corrigido. O governo teve que parar de imprimir dinheiro, transformar o imposto inflacionário em tributação e cortar despesas. A economia é um processo. FHC a pegou em situação calamitosa e entregou relativamente organizada. O PT vai entregar pior do pegou. 


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